quarta-feira, 26 de setembro de 2018

TRAGO AO PEITO BALAS


Trago ao peito balas,
baladas e sinto-me como estátua consumida
e nua da praça
onde só poderão evitar catástrofes
teus lábios sedentos
pelos mamilos de Vénus
em meu ventre.

Vai!
Encontra o néctar das palavras interditas
em minha púbis
jasmim, chocolate quente
licores.
Sacia-me de flores!

Célia Moura

Imagem - "pixabay"

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