"Para
entender bem um plátano,
para o ter, é necessário que de algum modo
haja um plátano em nós,
que sintamos a firmeza na terra, a placidez,
o directo comunicar das essências,
que tenhamos como uma carícia na nossa pele o leve
pousar sobre os ramos de umas patinhas de ave; e que,
ao mesmo tempo, sejamos os homens,
munidos de botânica, que o contemplam."
Agostinho da Silva,
SETE CARTAS A UM JOVEM FILÓSOFO (1945),
TEXTOS E ENSAIOS FILOSÓFICOS I,
Âncora Editora, 1999, p. 251
para o ter, é necessário que de algum modo
haja um plátano em nós,
que sintamos a firmeza na terra, a placidez,
o directo comunicar das essências,
que tenhamos como uma carícia na nossa pele o leve
pousar sobre os ramos de umas patinhas de ave; e que,
ao mesmo tempo, sejamos os homens,
munidos de botânica, que o contemplam."
Agostinho da Silva,
SETE CARTAS A UM JOVEM FILÓSOFO (1945),
TEXTOS E ENSAIOS FILOSÓFICOS I,
Âncora Editora, 1999, p. 251

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